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Cãodeeiros Portugueses

by Joana Cordeiro, em 29.03.19

Cãaodeeiros portugues.jpg

 

Colar isabelino, E-collar, Abajur, Cone da vergonha...

 

Quem tem ou teve animais já deve conhecer este "instrumento de tortura". Para quem não conhece aqui fica a definição:

Those who have or had animals already know this "instrument of torture". For those who don't know it here is the definition in English.

E-collar-photo.jpg

 

Hoje venho vos apresentar uma publicação diferente: uma coletânea de cãodeeiros portugueses cheios de pinta e boa disposição (ou não ), enquanto usam os seus estilosos abajures.

Today present you a different type of post: a Photo Collection of Portuguese dogs wearing their cones of shame, showing us how to be amazing even at their worst.

 

Digam nos comentários quem elegem para o cãodeeiro português do ano 2019! Todos são vencedores só pelo simples facto de terem ultrapassado este difícil desafio ! Caso queiram conhecer melhor cada um deles carreguem na fotografia!

Say in the comment section who you choose as the Portuguese dog-lamp of the year 2019! All of them are already winners just for overcoming this difficult challenge! If you want to know them better, just click on the photograph!

 

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Apollo ∙ @apollothemaster

 

"Durante um mês eu tive um cãodeeiro no lugar do cão, parecia a terceira guerra mundial: Apollo vs Cone. E claro quem ganhou foi o cone que aguentou todos os rounds, apesar de quase sair derrotado e perder a proteção em volta."

"For a month I had a dog-lamp instead of a dog, it looked like the third world war: Apollo vs. Cone, and of course who won was the cone that held all the rounds, despite almost coming out defeated."

 

Apollo.png

 

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Apolo ∙ @vania.s.leite

 

"A experiência foi muito constrangedora para ele porque estava sempre a ir contra paredes e ele é muito hiperativo. Mas teve que ser, porque os "dito cujos" dele tinham inchado muito:"

"The experience was very embarrassing for him because he was always going against the walls and he is very hyperactive. But it had to be because his "nuts" wore swollen."

 

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Burpee ∙ @burpee2bohemia

 

"Inicialmente tive as clássicas "pancadinhas" na parede a cada curva que dava e as tentativas de tentar livrar-me do abajour. Nos dias frios e ventosos, típicos do mês de Janeiro, as caminhadas tornavam-se mais complicadas, principalmente quando eram feitas contra o vento...lá andava a cabeça descontrolada a querer virar contra a minha vontade! Roubar meias (ou qualquer outra coisa que pudesse fazer com que andassem atrás de mim - best game ever!) também passou a ser uma missão difícil porque era sempre apanhado antes de encontrar a técnica certa para as agarrar! Acabei por me adaptar poucos dias depois (até porque tive de o usar mais tempo do que era suposto) e brincava e corria à vontade, como se não o estivesse a usar!"

"Initially I had the classic "collisions" with the walls whenever I attempt to get rid of the collar. On the cold and windy days of January, walks became more complicated, especially when they were against the wind... my head (and collar) moved against my will! Stealing socks (or anything else that could make my humans chase me - best game ever!) also become a difficult task because I was always caught before I found the right technique to catch the socks! I ended up getting adapted a few days later and then, I could play and run as I was not using it! 

 

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Catita ∙ @catitathecrazymutt

 

"Gostei muito desta experiência de cãodeeiro, iluminei ainda mais a vida da minha humana. "

"I really enjoyed this experience of being a dog-lamp, I have brightened the life of my human even more."

 

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Cookie ∙ @cookie.uniquebreeddog

 

“Os meus queridos humanos acharam muito piada ao facto de eu ter que andar com esta coisa ao pescoço, deram gargalhadas às minhas custas. Para me vingar, durante a noite, entrava no quarto e acordava-os ao dar com o cone nas pernas da cama.”

"My dear humans found it very funny, me wearing this thing around the neck. They laughed every single day. To get my revenge, I would enter the bedroom, during the night, and wake them up as I hit the cone everywhere."

 

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Cooper Manuel ∙ @coopermanuelthebeagle

 

"Colar certificado com o selo “não destrutivo” após duas semanas de traquinices."

"Certified e-collar with a "non-destructive" seal after two weeks of wildness."

 

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Gaby ∙ @gaby_gabiruh

 

"A Gabi foi esterilizada dia 12 de Novembro. Ela é uma pinga amor e adorou passar o dia na clínica veterinária. Esteve sempre animada e feliz por ver outros cães. Quando a fomos buscar tinha frio e choramingava, passou muito mal a noite. Para compensar recebeu uma haste de veado e um peluche novo. Ela gostava tanto de usar o colar isabelino que no dia que o tirou ficou triste, mas tive de tirar porque ela comeu cocó e ficou sujo. "

"Gabi was sterilized on 12 November. She is a lovely girl and loved to spend all day at the veterinary clinic. She was always excited and happy to see other dogs. When we went to get her, she was cold, it was a very bad night. To reward her, we gave her a deer rod and a new teddy. She was so fond of wearing the Elizabethan collar that the day she took it off she was sad, but I had to take it because she ate poop and the collar got dirty."

 

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Gil ∙ @mumoftwo.dogs

 

"Eu a tentar sintonizar o Petflix com o meu satélite "

"I try to tune Petflix with my satellite."

 

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Güera ∙ @ingridmcorreia

 

"A Güera não adorou a experiência e o seu cãopanheiro Charlie ainda menos, pois ela batia-lhe com o colar, bloqueava as portas e o acesso a comida fácil."

"Güera didn't love the experience and her dog-friend Charlie even less, because she beat him with the collar, blocked all the doors and  had access to easy food."

 

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Hochi ∙ @hochi_lindo

 

“Depois da operação às narinas tive de usar este colar . Não foi o momento mais glorioso da minha vida mas...ao menos não fui candeeiro!”

"After my nostrils' surgery, I had to wear this collar. It was not the most glorious moment, but... at least I was not a lamp!"

 

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Kyra ∙ @kyra.05

 

“Foi uma experiência com mixed feelings. A Kyra odiou... Nós adorámos, porque foi a primeira vez que ela levantou as duas orelhas.”

"It was an experience with mixed feelings. Kyra hated... We loved it because it was the first time she raised both ears."

 

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Mel ∙ @mel.amorde4patas

 

"A Mel quando foi esterilizada saiu do hospital com o "abajur" como batizamos cá em casa. Mal chegámos ao carro tivemos de lhe tirar, porque ela gosta de ir aos nossos pés e assim não iria confortável. Já por casa víamos que andava sempre muito desorientada e muito triste e então não usava quando tinha a nossa supervisão. Acabamos por arranjar uma camisola velha para lhe vestir e assim não lambia a costura. Assim só usava o "abajur" quando tínhamos que sair, mas nessas alturas ficava sempre deitada a dormir e sempre muito triste."

"When Mel was sterilized, she left the hospital with this " lamp thing". Soon we get to the car we had to take it because she likes to go near our feet during the trip. We ended up dressing her in an old sweater instead of using the collar so she did not lick the suture. So she only used the "lamp thing" when we had to leave her alone, but at that point, she was always laying down. sleeping (and very sad)."

 

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Miura ∙ @vitormartinsz

 

"História do colar desfeito: o Miura por motivos de saúde teve de ser operado e teve direito a colar, o primeiro apenas durou um par de horas pois ele conseguiu destruí-lo super rápido, basicamente descobriu que se corresse a alta velocidade contra tudo conseguia partir o colar e assim lamber a ferida à vontade. Teve direito a colar novo, manteve a mesma tática mas este já não partiu totalmente, mas sim aos pedaços que ele conseguia morder. Apenas durou mais um par de dias e depois desistimos do colar. "

""History of the crashed collar: For health reasons, Miura had to be operated and to use the e-collar. The first one only lasted a couple of hours because he managed to destroy it super fast, basically, he discovered that if he ran at high speed against everything he would destroy it. Then, he put a new one. He kept the same tactic, but this time didn't function so well. It only lasted a couple of days and then we gave up."

 

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Molly ∙ @molly_sousa

 

"Ser um cãodeeiro não significa ter de ficar em casa. Apesar de me sentir ridícula, os meus donos fizeram-me esquecer este abajur e levaram-me ao parque. "

"Being a dog-lamp does not mean that I have to stay home. Although I feel ridiculous, my owners made me forget this lamp and took me to the park"

 

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Nutella ∙ @nutella_stagram

 

"Há cerca de 1 mês tive que usar o colar Isabelino aka candeeiro desconfortável. As portas passaram a ser demasiado estreitas e as formigas que tanto gosto de perseguir uma ideia longínqua 
Contudo... no meio da desgraça, há que manter o nível não é verdade?"

"About 1 month ago I had to wear the Elizabethan collar aka uncomfortable lamp. The doors became too narrow and the ants I love long to chase were too far away. However... in the bad times, you have to keep the sense of style, don't you agree?"

 

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Pepa ∙ @pepathelab

 

"Foi uma experiência horrível, não gostei nada. Não conseguia brincar sem me aleijar, nem apanhar a bola quando estava no chão. Para além que ficava presa em todo o lado, e ia contra tudo, porque não via nada do que se passava à minha volta. Não tenciono repetir!"

"It was a horrible experience, I didn't like it at all. I couldn't play without hurting myself and I couldn't catch the ball. Besides, I was stuck everywhere and I went against everything because I didn't see where I was going. I will not repeat this experience! "

 

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Pipoca ∙ @pipocathebeagle

 

"Qual a minha experiência em usar o colar? Ora bem, posso ficar um pouco aborrecida mas consigo fazer tudo com ele, comer, beber, dormir... até vou para debaixo dos lençóis e brincar! Vou contra tudo e todos (!) quando estou com o colar ."

"My experience using this thing? Well, I was a little upset, but I did everything with it, I eat, drink, sleep ... I even did go under the sheets and play! I was beating everything and everyone (!) when I have the collar on."

 

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Tobias ∙ @tobias.weimaraner

 

"O Tobias com ou sem cone é um trapalhão, a correr atrás da bola deu um trambulhão!" 

"Tobias with or without the cone is a bummer. He runs after the ball and is always falling down!"

 

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Zola ∙ @mybiglittledog

 

"Está na cara o quanto a Zola ficou chateada! E para se vingar andava arrastando a cone nas paredes da casa..."

"Her face is showing how much Zola was upset! And to get her revenge she was dragging the cone on the house's walls..."

 

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Zara

by Joana Cordeiro, em 28.03.19

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Zara ∙ São Bento

 

Idade: 5 anos.

O que mais gosta: Adora a sua dona.

 

Estas duas meninas são tão bonitas por fora como por dentro! 

 

"A Zara é uma Pinscher de 5 anos e veio para mim no dia em que fazia 2 meses, dia 7, o que coincidiu com o meu aniversário.

 

Ela era e continua a ser um autêntico bebé, adora mimo e está sempre agarrada a nós a pedinchar. Quando não lhe é feita logo a vontade começa a reclamar e faz-se ouvir! Parece mesmo que está a falar connosco!

 

Já teve algumas aventuras por causa do amor aos chocolates, que nisso é parecida comigo, chegou a partir taças e a subir a mesas para os comer, mesmo que não devesse! Mas felizmente não lhe fizeram mal. 

 

A Zara adora dormir, comer e passear como qualquer cão. De qualquer modo, para mim, ela é especial e estará sempre comigo! Sabe quando preciso das brincadeiras dela para me animar, sabe quando preciso dos mimos dela e até sabe quando me deve acordar quando não ouço o despertador. 

 

Ela é sem dúvida a minha bebé mimada!"

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Zara ∙ São Bento

 

Age: 5 years old.

What she likes the most: She loves her owner.

 

These two girls are so pretty, both on the inside and outside!

 

"Zara is a 5 years old Pinscher and came to our home on the day she made 2 months, which coincided with my birthday.

 

She was and continues to be a true baby, she loves to be pampered and is always begging us attention. When we don't give her what she wants, she begins to complain (and she makes herself heard)! Looks like she is really talking to us!

 

Zara already had some adventures because of her love for chocolate (which is similar to mine). She even had climbed tables and broken some plates just for eating chocolate. Fortunately, she is ok, but dogs can't eat it!

 

Zara loves to sleep, eat and walk like any dog. But for me, she is super special and will always be with me! She knows when I need her silliness to cheer me up, she knows when I need her love, and she even knows when I need to wake up (because I do not hear the alarm).

 

She's definitely my spoiled baby!"

 

And your Pawfriend?

Fox e Olívia

by Joana Cordeiro, em 27.03.19

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Fox e Olívia ∙ Praça José Fontana
 
Idade: O Fox tem 8 anos e a Olívia tem 2 anos.
O que mais gostam: O Fox adora caçar lagartixas e a Olívia adora comer e andar atrás de pombos.
 
"O Fox foi adoptado já em adulto, com 3 anos. A Olívia foi encontrada numa viagem que fizemos à Serra da Estrela e adora caçar pombos".
 
E o vosso Patudo? Qual é a vossa história?
 
...
 
Fox and Olívia ∙ Praça José Fontana
 
Age: Fox is 8 years old and Olívia is 2 years old.
What they like the most: Fox loves to hunt lizards and Olivia loves to eat and run after pigeons.
 
"Fox was adopted as an adult, at age 3. Olivia was found on a trip we made to Serra da Estrela and loves to hunt pigeons."
 
And your pawfriend? What is your story?

Nero e Pepa

by Joana Cordeiro, em 26.03.19

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Nero e Pepa ∙ São Bento
 
Idade: O Nero tem 3 anos e a Pepa tem 4 anos.
O que mais gostam: O Nero adora praia e jogar à bola e a Pepa adora comer tudo o que possa.
 
No dia em que me cruzei com esta família, tanto o Nero como a Pepa estavam a recuperar de feridas numa pata. Vamos todos desejar-lhes as rápidas melhoras! 
 
Quem por ai também já usou um "cãodeiro"?
 
E o vosso Patudo? Qual é a vossa história?
...
 
Nero and Pepa ∙ São Bento
 
Age: Nero is 3 years old and Pepa is 4 years old.
What they like the most: Nero loves to go to the beach and to play with the ball and Pepa loves to eat everything you give her.
 
The day I came across this family, both Nero and Pepa were recovering from wounds on their paws. Let's all wish these two a quick recovery! 
 
Who out there has also used an Elizabethan collar (aka "dog-lamp")?
 
And your pawfriend? What is your story?

Gonga

by Joana Cordeiro, em 25.03.19

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Gonga ∙ São Bento

 

Idade: 17 anos.

O que mais gosta: Adora receber mimos.

 

"O Gonga é um gato alentejano com 17 anos e está comigo desde 1 mês de idade. Sempre foi muito travesso e gostava de atacar tornozelos e partir os vasos quando nós saíamos de casa só para se vingar! 

 
Adora fiambre, comida mole, iogurte e mimos MUITOS mimos! Gosta muito de ir a rua para comer ervas e rebolar se na areia. Fala como se fosse gente e acreditem ou não gosta de tomar banho.
 
Quem o conhece não tem como não gostar dele, e há quem diga que no dia em que ele morrer vai ser feriado nacional! É um gato mesmo muito importante para mim e que já me acompanha há mais de metade da minha vida.
 
Já caiu 3 vezes da varanda e nunca se magoou, foi uma das primeiras palavras do meu filho.. É ou não é especial?!
 
Resmunga, Gonguinha, Gongaranhas.. Adoro-te "

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Gonga ∙ São Bento

 

Age: 17 years old.

What he likes the most: He loves to be pampered.

 

"Gonga is an "alentejano" cat with 17 years old. He has been with me since he is 1 month old. He was always very mischievous and liked to attack our ankles and break the planters when we left the house just to get his revenge!
 

Gonga loves ham, soft food, yoghurt and to be pampered! He likes to go out to eat herbs and to roll in the sand. He talks like people and loves to shower.

 

Everyone who knows him loves him. Some people say that the day he dies will be a national holiday! He is very important to me and has been with me for more than half of my life.

 

Gonga already fell the balcony 3 times and never got injured. His name was one of the first words my son said... Is he or is he not special?!

 
Resmunga, Gonguinha, Gongaranhas... I love you "

 

And your Pawfriend?

Odin

by Joana Cordeiro, em 22.03.19

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Odin ∙ Estrela

 

Idade: 1 ano.

O que mais gosta: Adora dormir, mas principalmente comer.

 

Apesar de viver actualmente em Lisboa, este menino tem uma costela madeirense! 

 

E o vosso Patudo?

 

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Odin ∙ Estrela

 

Age: 1 year old.

What he likes the most: He loves to sleep, and preferably to eat.

 

Although he is currently living in Lisbon, this boy has "Madeirense" heritage (Autonomous Region of Madeira)!

 

And your Pawfriend?

Lu

by Joana Cordeiro, em 21.03.19

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Lu ∙ Saldanha

 

Idade: 8 anos.

O que mais gosta: Adora comer.

 

E o vosso Patudo?

 

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Lu ∙ Saldanha

 

Age: 8 years old.

What she likes the most: She loves to eat.

 

And your Pawfriend?

The Pawtrait

by Joana Cordeiro, em 20.03.19

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The Pawtrait ∙ Portugal 

 

Idade: Nasceu a 21 de Outubro de 2018.

O que mais gosta de fazer: Conhecer patudos e as suas histórias... Demonstrar ao mundo como eles são todos tão especiais. 

 

O The Pawtrait nasceu de uma ideia muito simples... Conhecer o nome e a história por detrás daquele patudo que estava sentado ao lado do seu dono na esplanada de um café... um menino velhote que dormia enquanto o dono bebia a sua bica e lia o seu jornal. Ainda me lembro de pensar que seria tão bom imortalizar esse momento e partilhá-lo!

 

Se me perguntam quem sou eu, respondo: Chamo-me Joana, sou apaixonada por animais desde que me conheço... Nasci e cresci no Alentejo. Vivo actualmente em Lisboa onde tenho a sorte de exercer a profissão dos meus sonhos... e para quem já segue este "cantinho" já sabe que sou médica veterinária. Tenho uma gata linda, a Tareca, e sou irmã humana do cão Zacarias

 

Mas o The Pawtrait não é uma pessoa, não sou eu. É muito mais que isso... Gosto de pensar que eu sou apenas a contadora de histórias e este "cantinho" é o livro que estou a ler em voz alta, em que cada história é única e especial, é a vossa!

 

Hoje chegámos à 100ª história... a história deste projecto que cresceu com o vosso carinho diário e com a vossa inspiração. 

 

Tenho muito orgulho nos cães e gatos portugueses (e do mundo!) e nos seus espectaculares donos (claro, excepto raras excepções que gostaria que não existissem) e gostaria muito de vos agradecer...  Por tudo! Inspiram-me diariamente, tanto no meu trabalho como na rua quando vos vejo ainda meio ensonados a passear com os vossos meninos, enquanto eles vos puxam em direcção à árvore mais próxima ou a fugir à chuva quando as intempéres acontecem. 

 

Ter um animal acarreta dedicação e compromisso para a vida. Não deve ser uma decisão banal. E quando a decisão ponderada é feita... Oh my dog, preparem-se porque vão surgir muitos momentos de dúvidas e de tensão, seja financeira como emocional.

 

Para quem ainda não tem um amigo de quatro patas não desespere ao ler o meu desabafo anterior, porque vale tanto a pena tudo isso! Eles são a prova viva que existe o amor incondicional, o amor para a vida.

 

E este "Cãontinho" apenas é o livro que conta cada história de amor que vou conhecendo na rua, em que eu apenas a "ilustro" e "leio em voz alta".

 

Infelizmente não consigo (fisicamente) chegar a todos, mas não é por isso que a vossa história ou a vossa fotografia não merece ser partilhada aqui. Para isso criou-se o espaço "My Pawtrait" em que se partilha em algumas sextas-feiras (e gostaria que fosse em todas) a história que chega via e-mail (the.pawtrait@gmail.com).

 

Hoje contamos com 100 histórias e com mais de 1000 leitores. Este "livro de histórias" continuará a crescer isso vos prometo, porque todos os nossos animais merecem ser imortalizados e homenageados.

 

Mais uma vez... Muito, muito e muito obrigada por todo o vosso carinho! 

 

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The Pawtrait ∙ Portugal 

 

Age: It was born on October 21, 2018.

What it likes the most: Loves to meet pawfriends and their stories... and to show the world how they are all so special. 

 

The Pawtrait was born of a very simple idea... To know the name and the story behind that pawfriend that was sitting next to his owner on the terrace of a cafe.... an old boy that slept while the owner drank its "bica" (expresso in Portuguese) and read his newspaper. I still remember thinking it would be so good to immortalize this moment and share it!

 

If someone asks me who I am, I respond: My name is Joana, I have been in love with animals since ever... I was born and raised in Alentejo. Now, I live in Lisbon where I have the luck to practice my dream career... and those who already follow this "corner" already know that I am a veterinarian. I have a beautiful cat, Tareca, and I am the human sister of the dog Zacarias.

 

But The Pawtrait is not a person, it's not me. It's much more than that... I like to think that I'm just the storyteller and this "little corner" is the book I'm reading aloud, where every story is unique and special, it's yours!

 

Today we reached the 100th story... the history of this project that has grown with your daily affection and inspiration.

 

I 'm very proud of Portuguese dogs (and of the world!) and their spectacular owners (of course, except rare exceptions) and I would like to thank you very much!... For everything!  You inspire me every day, both in my work and in the street, when I see you still half asleep walking with your pawfriends as they pull you towards the nearest tree or to escape the rain when the bad weather happens.

 

Having an animal entails dedication and commitment to life. It shouldn't be a trivial decision. And when the thoughtful decision is made... Oh my dog, prepare yourself because there will be many moments of doubt and tension, both financial and emotional.

 

For those who don't yet have a pawfriend do not despair when reading my previous comment, because it's all worth it! They are the living proof there is unconditional love, love for life.

 

And this "dog corner" is just the book that tells every love story I meet on the street, where I just "illustrate"  and "read it aloud".

 

Unfortunately, I can't (physically) reach everyone, but that's not why your story or your photo does not deserve to be shared here. For this purpose, the "My Pawtrait" space was created and shared on some Fridays (hope to be every Friday in the future) the story that arrives via e-mail (the.pawtrait@gmail.com).

 

Today we have 100 stories and more than 1000 readers. This "storybook" will continue to grow, promise you!... Because all animals deserve to be immortalized and honoured.

 

Once again... Thank you so, so, so much for all your love and inspiration! 

 

 

Pantufa

by Joana Cordeiro, em 19.03.19

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Pantufa ∙ Largo do Rato

 

Idade: 2 anos.

O que mais gosta: Adora brincar com os patos.

 

E o vosso Patudo?

 

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Pantufa ∙ Largo do Rato

 

Age: 2 years old.

What he likes the most: He loves to play with ducks.

 

And your Pawfriend?

Cookie

by Joana Cordeiro, em 18.03.19

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Cookie ∙ Campo Grande

 

Idade: 3 anos.

O que mais gosta: Adora comer.

 

E o vosso Patudo?

 

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Cookie ∙ Campo Grande

 

Age: 3 years old.

What he likes the most: He loves to eat.

 

And your Pawfriend?

Ba - #rememberyou

by Joana Cordeiro, em 15.03.19

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Ba - Pit Bull x Indefinida - #rememberyou

 

Hoje publico uma história muito especial, a história da anjinha Ba. Apesar desta menina já não estar connosco, inspirou muito quem ficou. Ba, hoje vamos relembrar-te e prestar-te homenagem! 

 

"Tudo começou há uns anos atrás, em 2005 mais exactamente. A Ba foi nos dada quase recém nascida, cabia nas minhas duas mãos. Vinha de um bairro social complicado de Lisboa, onde o pai de raça Pit Bull era usado para lutas e a mãe era uma rafeira de um vizinho. A Ba calhou em mãos certas, pois no ambiente onde nasceu, o seu futuro seria menos promissor.


Vivemos em Castelo Branco, foi para onde a trouxemos e viveu connosco sã e saudável, uma cadela cheia de energia e muito ágil. Não podia ver gatos!... Tivemos alguns problemas não muito graves em controlar aquele instinto avassalador com outros bichos. Apesar dessa natureza, era um doce e derretia corações.

 

O ano 2011 foi um ano complicado, em que algumas complicações levaram-nos até a um veterinário em Lisboa. A Ba tinha tido uma complicação nos ovários, por isso tiveram ser retirados. Durante essa operação ela regurgitou e essa acidez que chegou ao esófago acabou por queimá-lo.

 

A partir dai, os vómitos começaram a ser frequentes, não aguentava comida no estômago e cada vez foi ficando mais fraca e a perca de peso foi inevitável. Quando regressamos à nossa cidade, tivemos que recorrer a um veterinário que sem grande experiência neste caso, conseguiu controlar os vómitos apenas com uma injeção de cortisona quase todos os dias.

 

A verdade é que não havia melhorias e com ela cada vez mais fraca, tivemos que pedir mais opiniões e recomendaram nos levar a Ba até ao Hospital Veterinário das Laranjeiras em Lisboa. Rapidamente criamos uma empatia com todos os enfermeiros, doutores e até estagiários daquele hospital mas foi com o doutor Luís Cruz que a Ba começou a ser acompanhada.

 

Sem qualquer caso anteriormente conhecido, e sendo o caso que levamos completamente novo para o doutor e para a sua equipa... não havia uma solução rápida nem eficaz, por isso tivemos que deixar a Ba como "cobaia".

 

Percebemos após algumas consultas que seria um caso de estenose do esófago, o que impedia a comida (grãos de ração, etc) de chegar ao estômago. No esófago, por outras palavras, abriu uma ferida que estava constantemente aberta e não cicatrizava. Quando finalmente cicatrizava deixava um espaço mínimo para que a comida ali passasse. 


Tudo isto foi um longo processo... durante alguns meses tinhamis de deixar a Ba mais que uma semana seguida no Hospital e regressávamos a Castelo Branco no mesmo dia (chegámos muitas vezes de noite)... Mas ainda assim, acreditávamos que ia haver uma esperança de ela voltar a recuperar e de ela comer sozinha pela própria boca.

 

O tempo passou e as viagens de ida e vinda até Lisboa começaram a ser de 15 em 15 dias, fazíamos cerca de 440km no mesmo dia para levar a Ba a fazer alargamentos do esófago através de uma sonda. A ideia seria que ao alargar, o esófago conseguisse deixar passar a comida um pouco mais de cada vez.

 

As melhorias foram algumas, embora poucas e a verdade é que eram tratamentos muito agressivos, chegámos a trazê-la no carro uma viagem inteira a dormir, onde acordava zonza e ainda com algum sangue na boca devido ao tratamento do esófago.


Foram se experimentando muitos métodos, alguns foram vindos de Inglaterra onde o Doutor Luís contactou muitos hospitais veterinários na medida de tentar solucionar o caso da Ba. Nos entretantos adaptámo-nos ao facto de termos a Ba connosco com um tubo no estômago, de não lhe poder dar um biscoito, um ossinho.. nem um bocadinho de frango desfiado... de termos que estar dependentes dela e ela de nós para comer.. de não haver passeios agitados, nem corridas atrás do gato do vizinho. Passou sempre a vir connosco de férias, passou a dormir sempre comigo.


Até um certo dia, que o doutor Luís nos ligou que havia encontrado mais um método para solucionar este caso, era uma espécie de um bocado de tubo de um material consistente, que iria ser colocado no esófago no sítio onde este tinha a tal ferida. E iria impedir que este cicatrizasse e ficasse estreito, de modo a deixar passar a comida.

 

Fomos então lá numa Sexta-feira, dia 24 de Julho de 2015 e regressamos a casa no mesmo dia com ela. Passamos o fim de semana relativamente bem, ainda que notássemos que ela estava tão confortável como das outras vezes, ainda assim estava estável.

 

Chegou a Segunda-feira, dia 27 de Julho, e a Ba começou com muitas dificuldades respiratórias num dia de muito calor na nossa cidade.. Não hesitámos e ligámos de imediato ao Doutor Luís, e foi nos pedido que fôssemos de imediato para Lisboa.


Lembro-me que enchi um balde de água com gelo, subi para o banco traseiro, coloquei a Ba no meu colo e fui constantemente molhando o focinho com água... a respiração dela foi sendo cada vez mais ofegante e a velocidade a que seguíamos também.

 

Pressentimos que a velocidade excessiva que outrora condenámos, nessa tarde pareceu ser essencial... Estávamos a apenas 7km para chegar ao Hospital e senti a Ba sem respirar no meu colo... Pedi à minha mãe que encostasse o carro mesmo na berma do eixo norte-sul depois das portagens.

 

Desci do carro e imediatamente dei a volta para poder bombear o coração dela com as minhas duas mãos, fiz-lhe respiração boca a boca e senti por duas vezes que ela respirou... tentou... sem sucesso. A minha Ba morrera ali, o meu mundo desabou ali... o meu desespero acabou ali... a minha esperança também.

 

Levámos uns bons minutos a sair dali... os carros passavam a grande velocidade e lembro me de estar desesperada na berma a vê los passar e a pensar se tudo aquilo não era um pesadelo, se não havia sido um erro meu e ela voltasse a respirar quando entrasse no carro. Ligámos para o hospital, disseram-nos para irmos até lá.

 

Foram os 7km mais difíceis de alcançar, levava ao meu colo a minha princesa... sem vida, sem aquele olhar meigo. Despedi-me sem querer dela, na verdade fui uma viagem de 220km com um pressentimento que seria aquela a nossa última viagem juntas. Custou-me horrores... aquele dia, voltarmos para casa sem ela, os dias seguintes foi de silêncio e lágrimas em casa... a minha Ba não existia mais no sofá, nem na cama, nem no cimo das escadas...


Hoje ela existe todos os dias na minha vida, existe na minha tatuagem, na moldura das fotografias dela, no fundo do meu ecrã do computador, na lua que brilha em noites de céu limpo... a Ba existe no nosso coração e vai existir para sempre.

 

Vamos chorar sempre que se falar dela, sempre que formos a Lisboa e passarmos naquele sítio. Criamos muitas ligações ali naquele lugar, mais que um simples paciente/médico... foram anos de cumplicidade, amizade e esforço por parte daquela equipa, equipa a qual não podia ter sido possível a minha Ba ter aguentado tanto. Temos uma vida para também lhes agradecer.

 

Com tudo isto, não desistimos nem um bocadinho destes seres... não arranjamos nenhuma parecida, embora a vontade fosse ter uma cadela igual.. dediquei me a resgatar e ajudar animais, inclusive arranjei dois que estavam abandonados, sub nutridos, a precisar urgentemente de cuidados. Hoje são as melhores companhias que arranjei, não preenchem o vazio que ficou... mas sei que a minha missão é cumprida.


Não quero que esta história faça de nós, os heróis, gostava muito que servisse de lição e ensinamento a quem os tem e não se dedica a eles, àqueles que dizem ser família mas numa semana de Agosto os deixam à solta, àqueles que colocam uma corda ao pescoço para eles não fugirem, aos que acordaram um dia e acharam o quintal destruído, aos que desistem deles por uma doença...

 

Ter um animal é ter amor constante, companhia eterna, amizade verdadeira, cumplicidade realista! Ter um cão não é difícil de manter, difícil é corresponder de igual forma a todo o amor que eles nos dão, sem olhar a meios e fins."

 

Obrigada Bruna, Obrigada Ba! 

 

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Ba - Pit Bull x Mutt - #rememberyou

 
Today I publish a very special story, the story of the little angel Ba. Although this little girl is no longer with us, she continues to inspire those who stayed. Ba, today we remember you and honour you! 

 

"It all started a few years ago, in 2005 more exactly. Ba was given to us almost a newborn, she fit in my two hands. She came from a complicated social neighbourhood in Lisbon, where her father was a Pit Bull used for fights and her mother was a neighbour's mutt. Fortunately, Ba got into our hands, because in that environment her future would be less promising.


We live in Castelo Branco,  where we brought her and where she lived with us healthy, full of energy and very agile. She could not see cats!... We had some (not too serious) problems in controlling that instinct with other animals. Despite this nature, she was a sweetheart and she melted hearts.

 

The year 2011 was a complicated year, in which some medical problems took us to a veterinarian in Lisbon. Ba had a problem in the ovaries, so they had to be removed. During this surgery, she regurgitated and that acidity reached the oesophagus and eventually burned it.

 

From then on, the vomiting began to be frequent, she could not take food in her stomach and each time she was getting weaker and weaker and the weight loss was inevitable. When we returned to our hometown, we had to go to a veterinarian who, without much experience, in this case, managed to control the vomits with a daily cortisone injection.

 

The truth is that there was no improvement in her health condition and she was getting weaker, so we asked for more opinions and someone recommended us to take Ba to Hospital Veterinário das Laranjeiras in Lisbon. We quickly created an empathy with all the nurses, doctors and even interns of that hospital, and it was with Dr Luís Cruz that Ba began to be followed. 

 

Without any case previously known and being completely new to the doctor and his team... there was no quick and effective solution, so we had to leave Ba as "guinea pig."

 

We noticed after some consultations that it would be a case of oesophagal stenosis, which prevented the food (grains of ration, etc.) from reaching the stomach. In the oesophagus, in other words, opened a wound that was constantly open and didn´t heal, and when it finally healed, left a minimum space for food to pass.


It was a long process... for some months we had to leave Ba for more than a week in the hospital, returning to Castelo Branco on the same day and arriving many times at night... But we still believed that there was Hope on her recovering again, eating voluntarily.

 

The time passed and the trips to and from Lisbon began to be every 15 days, a 440km daily ride just to for Ba do her oesophagus enlargements through a tube. The idea was to widen the oesophagus, letting a bigger quantity of food to pass each time.

 

The improvements were a few although the very aggressive treatments. Once we brought her in the car an entire trip sleeping, and then she woke up a bit dizzy and still with some blood in the mouth due to the treatment. Many methods were tried out, Dr Luís even contacted many Veterinary Hospitals from England to solve Ba's case.

 

In the meantime, we adapted to the fact that Ba had a tube in her stomach, not being able to eat a biscuit, a bone, even a little bit of shredded chicken... of having to be dependent on us to eat... There weren't crazy walks or races chasing the neighbour's cat anymore. She always came with us on vacations, she always slept with me.


Until one day, Dr Luis called us and told us that he found another method to try to solve Ba's case - it was a kind of a consistent material tube that would be placed in the oesophagus near the nonhealing wound, preventing it from healing and becoming narrower, letting the food pass.

 

We went to Lisbon on a Friday, July 24 of 2015, and we returned home with Ba on the same day. She spent the weekend relatively well, even though we noticed that she wasn't as comfortable as other times, yet she was stable.

 

Monday arrived, July 27, and Ba began with respiratory distress, it was a very hot day in our city. We did not hesitate and immediately called Dr Luis. He told us to go immediately to the Hospital.


I remember filling a bucket of ice water, went to the back seat and putting Ba on my lap, constantly wetting her nose with water... her breathing became more and more rapid.

 

The excessive speed we once condemned, that afternoon seemed essential... We were only 7km away from the Hospital and in that moment I sense Ba without breathing in my lap... I asked my mother to stop the car!

 

I got out of the car and immediately pumped her heart with my hands, breathed into her mouth and I felt her breath twice... I tried... without success. My Ba died there,  my world collapsed there... my despair ended there... my hope ended there.

 

We took a few minutes to get out of there... the cars were speeding by. I remember being desperate on the edge of the road, watching them pass and wondering if all of this was a nightmare if I did something wrong and if she'd come back to me. We called the Hospital, they told us to go there.

 

It was the hardest km to reach, I carried my princess on my lap... lifeless, without that sweet look. I unintentionally said goodbye to her, that 220km trip was our last trip together. It was so difficult... that day, we went home without her, the next few days was silence and tears at home... my Ba no longer existed on the sofa, neither on the bed nor at the top of the stairs.


Today she exists every day in my life, in my tattoo, in her photographs, in my computer screensaver, in the moon that shines on clear nights... Ba exists in our heart and will exist forever.

 

We will cry whenever we talk about her, whenever we go to Lisbon and pass on that road. We created many connections rather than a simple patient/doctor. These were years of complicity, friendship and effort of that team, without them, my Ba wouldn't spend so much time with us. We have a life to thank them.

 

We did not give up of these beings... we did not find any dog similar dog, although our will was to have an equal one... I dedicated myself to rescue and help animals, I even got two that were abandoned, sub nourished, and in urgently needed of care. Today they are the best companies I've got, they do not fill the void that Ba has left... but I know my mission is fulfilled.


I don't want this story to make us heroes, I just would like it to be a lesson and teaching for those people who have animals and don't dedicate themselves to them, for those who say they are family but in an August week eave them, for those who put a rope around their necks so they do not run away, for those who wake up one day and find the yard destroyed, for those who give them away because of an illness...

 

Have an animal is to have constant love, eternal companionship, true friendship, realistic complicity! Having a dog is not difficult to maintain, difficult is to correspond equally to their love."

 

Thank you Bruna, Thank you Ba! 

 

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Thor

by Joana Cordeiro, em 14.03.19

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Thor ∙ Campo Grande

 

Idade: 7 meses.

O que mais gosta: Adora roer papel.

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Thor ∙ Campo Grande

 

Age: 7 months old.

What he likes the most: He loves to chew paper.

 

And your Pawfriend?

Lima

by Joana Cordeiro, em 13.03.19

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Lima ∙ Campo Grande

 

Idade: 1 ano.

O que mais gosta: Adora correr e roer paus.

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Lima ∙ Campo Grande

 

Age: 1 year old.

What she likes the most: She loves to run and to chew sticks.

 

And your Pawfriend?

Twins

by Joana Cordeiro, em 12.03.19

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Twins ∙ Campo Grande

 

Idade: 3 anos.

O que mais gosta: Adora passear e comer.

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Twins ∙ Campo Grande

 

Age: 3 years old.

What he likes the most: He loves to go out and to eat.

 

And your Pawfriend?

Kyra

by Joana Cordeiro, em 11.03.19

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Kyra ∙ Campo Grande

 

Idade: 2 anos.

O que mais gosta: Adora dormir e brincar.

 

" A Kyra é muito meiga, adora brincar. Qualquer pessoa ou animal que lhe dê atenção ela adora. Até com baratas a Kyra brinca, não as come . É uma bebé brincalhona que adora dormir muito."

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Kyra ∙ Campo Grande

 

Age: 2 years old.

What she likes the most: She loves to sleep and to play.

 

"Kyra is very sweet, she loves to play. If any person or animal gives her attention, she loves it... Even with cockroaches Kyra plays (she doesn' t eat them) . She's a playful babe who loves to sleep a lot. "

 

And your Pawfriend?

 

Wendy

by Joana Cordeiro, em 08.03.19

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Wendy ∙ Jardim Cesário Verde ∙ @wendytinygirl

 

Idade: Não se sabe a idade exata, foi adoptada já adulta em 2018.
O que mais gosta: Adora dar beijinhos  e dormir .
 
Como é bom descobrir que tenho vizinhas tão simpáticas, a @catarinafancaria e a @wendytinygirl! 
 
"Lá em casa já andávamos a pensar em adoptar um cão, mas estávamos à espera da altura certa.
 
Acabámos por perceber que a altura certa não existe... e decidimos ir visitar o Cantinho da Milu (@ocantinhodamilu) e conhecer alguns dos cães que já tínhamos visto no site. 

 

Inicialmente o nosso plano era apenas visitar o abrigo para que dali a um mês (quando estivéssemos de férias) fossemos buscar um cãopanheiro de 4 patas.

 

Quando lá fomos conhecemos a Wendy. Não sabemos muito sobre a história dela é adulta e apareceu perto do abrigo sozinha. A verdade é que não lhe resistimos, alterámos as nossas férias e uma semana depois estávamos a ir buscá-la para sempre!

 

O início foi uma aventura e a adaptação não foi fácil, mas atualmente cada vez que olhamos para ela e a vemos completamente diferente e com um personalidade nova sabemos que valeu a pena.

 

Nunca nos esqueceremos do nome dela no anúncio “Tiny Girl Abandoned”, de facto assenta-lhe bem... Mas agora mudou para “Tiny Girl with a Big Hearth”".

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Wendy ∙ Cesário Verde garden ∙ @wendytinygirl

 

Age: It is not known her exact age, she was adopted already adult in 2018.
What she likes the most: She loves to give kisses and to sleep.
 
How good is to find out that I have such nice neighbours, @catarinafancaria and @wendytinygirl! 
 
"We were already thinking about adopting a dog, but we were waiting for the right time.
 
We ended up realizing that the right time does not exist... and we decided to go visit  Cantinho da Milu (@ocantinhodamilu) and meet some of the dogs we had already seen on the website.
 

Initially, our plan was only to visit the shelter so that on the next month (when we were on vacation) we would get a pawfriend.

 

When we got there, we met Wendy. We don't know much about her previous story, because she was already an adult when she appeared near the shelter alone. The truth is we did not resist her, we changed our vacation and a week later we adopted her forever!

 

The beginning was an adventure and the adaptation was not easy. Now, when we look at her and see her completely different and with a new personality, we know it was all worth it.

 

We will never forget her name in the ad "Tiny Girl Abandoned", in fact, it suits her well ... But now she has changed to "Tiny Girl with a Big Hearth"."

 

And your pawfriend? What is your story?

 

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Jimmy

by Joana Cordeiro, em 07.03.19

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Jimmy ∙ Parque Eduardo VII

 

Idade: 6 anos.

O que mais gosta: Adora o seu dono e jogar com a bola (tal como conseguem ver )

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Jimmy ∙ Parque Eduardo VII

 

Age: 6 years old.

What he likes the most: He loves his owner and to play with the ball (like you can see ).

 

And your Pawfriend?

Mel

by Joana Cordeiro, em 06.03.19

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Mel ∙ Alameda

 

Idade: 6 anos.

O que mais gosta: Adora crianças e brincar com elas.

 

E o vosso Patudo?

 

...

 

Mel ∙ Alameda

 

Age: 6 years old.

What he likes the most: He loves children and to play with them.

 

And your Pawfriend?

Kiko

by Joana Cordeiro, em 05.03.19

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Kiko ∙ Estefânia
 
Idade: 6 anos.
O que mais gosta: Adora ladrar. Ele apenas confia na sua dona.
 
E o vosso Patudo? Qual é a vossa história?
 
...
 
Kiko ∙ Estefânia
 
Age: 6 years old.
What he likes the most: He loves to bark. He only trusts his owner. 
 
And your pawfriend? What is your story?

Neco e Lili

by Joana Cordeiro, em 04.03.19

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Neco e Lili ∙ Arroios
 
Idade: Ambos têm 6 anos.
O que mais gostam: Adoram brincar e receber festinha.
 
E o vosso Patudo? Qual é a vossa história?
 
...
 
Neco and Lili ∙ Arroios
 
Age: They have 6 years old.
What they like the most: They love to play and to be cuddle. 
 
And your pawfriend? What is your story?

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ABOUT THE PROJECT

Like dog, like owner. Telling their stories.

ABOUT ME

 

Portuguese © // Animal lover 

Veterinarian // Storyteller

E-mail: the.pawtrait@gmail.com


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